quinta-feira

HAHA.

Você me encanta. Isso me deixa um pouco nervoso. E com receio. Mas eu não esperava mesmo por isso. Eu quero chorar e sorrir. Eu quero você. Não, não é isso. Eu não quero mais. Eu não quero mais me iludir. E nem namorar a distância. Mas eu quero você. De outro jeito. Talvez, eu queira te apagar de vez. Como se eu já não tivesse tentado. Será que é tão díficil? Ou eu não quero?

Realmente, eu admiro nossa valentia. Somos eternos. De algum modo. Eu gosto do nosso concreto. Da nossa história. Eu vim pensando em você, o caminho todo pra casa. Bom, não inteiro. Porque hoje há outra pessoa que me confunde. Me mata mais do que você já conseguiu, mas parece que estamos nos tempos de cura. Eu me reergo. Até a próxima caída. Mas até lá, espero estar pronto.

Essa coisa de cosciência limpa ajuda. Mas não me faz tão bem quanto saber que você sabe. O que é completamente desnecessário e desimportante você saber ou não. No fundo, você mal me conhece. Eu me frusto ao pensar que eu não me fiz claro. Eu não me transpareci. E tantas coisas que eu penso, tantos tics, tantos desejos que você não sabe. E talvez, nem se importe em saber.

Eu sei o que eu fiz. E o meu lado é claro. Objetivo. E honesto.
Você não está errado. Só que não me faça me sentir culpado, como você adoraria.
Eu não gosto de te chamar de 'ele'. Muito menos dizer palavras acidas. Sobre 'nós'.
Mas eu quero pegar de volta minhas juras. O 'pra sempre'. Eu gostaria de esquecer.

Hoje sim.
Se você for me buscar amanhã, não terei mais desculpas.
Eu mudei. E pra manternos, eu não poderia mudar.
Eu perdôo. Você... Ah, eu já não sei.

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