domingo

Read me Quickly - Pré

Read me quickly
And get me right
But not that much
If you can´t lie, tonight
If for now on you both won´t have secrets

Where I come?
I´m not seeing where I fit
That´s what I´m talking about
I´m feeling so used.

He hit me
What are waiting ? Can´t you defend me?
Or you don´t want to...
Oh...Oh...Oh no...

You´re with him
Or you´re with me
Can´t you decided
Oh...Oh...oh no...

I´m wondering when my voice
Is gonna reach your ears
At least This letter once touched my hands
Will touche yours, soon

Havent you noticed?
I don´t belong anywhere else
That´s why I´m still here
Where should I go?

He hit me
What are waiting ? Can´t you defend me?
Or you don´t want to...
Oh...Oh...Oh no...

You´re with him
Or you´re with me
Can´t you decided
Oh...Oh...oh no...

The truly end.

Pessoas diziam 'Isso vai passar'. Não passaria, jamais. Eu jamais permitiria que as coisas se alterassem. Que meus olhos não se juntasse aos seus. E que meu coração parasse de me dizer o que fazer. Mesmo você não fazendo ídeia, porque sem dúvidas, você não me conheceu. Ficou longe disso. Distância segura.
Eu me sinto tão usado. E por isso, eu o odeio. Não torne tudo em volta disso. Você sabe que não é verdade. Eu não o odeio por ele ser agora a sua razão de sorrir. Eu não o odeio por ele estar sendo quem eu gostaria de ser. É mais do que eu isso. Não me resuma por esse ângulo. Quando eu confiei meus medos nele, acreditei nos seus conselhos e tudo era pro seu próprio bem. Ele destruiu a minha chance de um dia poder te ter. Como você disse, 'Depois daquilo, eu nunca mais ficaria com você'. Meu mundo rodou de novo. É o fim mesmo. Explicito. Nunca antes dito. Fácil, não? Era só você dizer. Um pouco depois de ganhar vários pontos negativos na minha lista, antes só preenxida do lado esquerdo. Os bons mótivos para me entregar inteiramente á você. Os bons mótivos para não recusar o teu sorriso e sem medo me desmanchar, já em liquido, nos seus olhos. Como isso soa clicê...A cor e o brilho...As palavras são tão cansativas...Tão já ditas...
Mas sempre que estamos no carro. Quando eu estou dentro do Doblô preto, quando estou...Sem estar foragido, você está perfeito. Como a forma de um sonho. Tão intocável. E tão angelical.

Foram conversas jogadas foras...E tantas respostas vieram disso. Eu descobri que eu sempre quis poder falar pra você, meu melhor amigo, do menino que eu gostava. Sempre quis te contar sobre como o sorriso dele me desfazia. E como eu estava sempre agradecido pelas horas que eu o tinha. Mesmo quando eu sabia que ele não era meu. Mesmo quando eu fantasiava um futuro...
E quando eu caí...Eu só pensava nos teus braços pra me levantar. Quando você que virou as costas...EU ainda contava que a nossa amizade pudesse vencer e você estaria aqui...por mim.
Eu estava errado. Eu tentei dividir as duas pessoas...A amiga e a apaixonada. Você era um só.

Foi depois da briga. Depois do pior erro de todos. Foi calculado? Eu não sei, e nunca saberei. Mas é até possivel. Ele diria "É necessário algumas vítimas pro bem maior". Ele te machucaria, porque ele saberia que depois poderia arrumar tudo essa bagunça que eu fui o culpado. Honestamente, esse pesadelo vai me atormentar eternamente. Ou também é só uma desculpa tua pra não me corresponder. Eu já não sei. E nem espero mais ter essas respostas. Estou saciado de informações. Estou bem com tudo que já sei.

Você me disse que sentia-se bem com eu me abrindo pra você. Você sorria e parecia mesmo estar lisonjeado em ter meu coração, todo teu. Assim, abandonando meus medos e receios para amar. Abrindo as asas do prédio mais alto para o abismo maior. Aterrorizante. Eu olhei nos teus olhos seguros e agarrei sua mão.
Hoje eu ouço músicas que são cartas nossas, um pro outro. Não há uma música unilateral. Nós todos nos completamos nesse erro. As músicas parecem duetos. Toda a letra tem os dois lados. O dois erros.

Você me fez mudar e depois mudou de mim. Assim como eu quis te bibliografar, mas nunca quis saber do fim. Eu nunca quis um fim. Você sabe...Quem gostaria?
Você se perguntou PORQUE as pessoas se apegam á você. Eu tenho minha lista. Que eu provavelmente jogue fora, quanto antes. Mas você deveria saber...E quando eu digo isso, não é para sorrir e desviar o olhar. É para ficar ciente, eternamente, que você possui um brilho e um sorriso que iluminam todo o meu quarto escuro. Que tua voz me hiponotiza e eu poderia levá-la comigo todo o tempo que a saudade tentasse me alcançar. Eu correria daqui, com os seus olhos, e com o seu cheiro. Eu levaria pra longe do tempo. Onde ele não pudesse te apagar de mim. Não queria perder-te assim. Mas é assim que tem outros começos. Com os fins.

Estou tentando escrever todas as últimas palavras. Despedidas...
Oh não...Estou me despedaçando aos poucos. Dessa vez, não espero que esses pedaços voltem pra mim. Espero que novos se criem. Novos me completem. Chegou a hora...

Esperava que você me lesse. Rapidamente. Mas você nunca receberia essas palavras. Mas seria tão importante pra mim, saber que você sabe. Que você soubesse quem eu sou. E como eu estou me sentindo. Principalmente, como eu estou seguindo... O rumo que tudo tomou. As escolhas suas e as minhas.
Pelo menos se um dia essa carta tocar os teus dedos como já tocaram o meu. E nos ligar, por o tempo que dure sua leitura, eu já estarei mais reconfortado. Eu já estarei menos esquecido.
Eu espero que você me entenda. Mas não completamente, porque os seus pensamentos não são mais confiaveis. Nunca mais estaremos á sós...Agora que você não mentiria mais. E apartir de agora não há mais segredos...Eu não sei como poderiamos nos aproximar...Se ele é o seu ninguém. Aquele que saberá de todos os segredos, os mais secretos, aqueles que ninguém deveria saber. Agora que há um pacto. Uma jura. Uma promessa que você não quebraria.
Nunca...Você jamais faria algo assim...Por ninguém. Não, por mim.

Eu dizia algo sobre matar quem eu custumava ser. Mas hoje eu vi que isso já foi morto há muito tempo. Só o enterro que não foi feito. A despedida nunca foi feita. Nunca foi aceito, nunca foi acreditado. O fim chegou há tempo. Por mais que as vezes soemos os mesmos. E acreditemos que podemos voltar, não...Não podemos. Isso é passado.

Eu estou dislacerado.
O preto e o branco me atingiram, sem cores...Sem sentimentos. Nem resentimentos.
Estou apenas cansado. Vázio. E usado.

Você vê o que você fez, Sr Misery?
Não foi uma luta juta. Sorria.
Eu não posso te impedir de se deliciar com a minha caida.
As suas piadas sobre mim tem sido tão frequêntes.
E você passa por cima de qualquer um.
Com verozidade. Eu não gostaria de ganhar assim. Eu não gostaria de ganhar assim.
Eu não posso te causar nada. Muito menos a dor que você me causa hoje.
Eu só posso te dar os parabéns pessoalmente. E dizer pra você olhar bem nos meus olhos, dessa vez. Não ser falso e hipocríta. Não ser assim. Eu só quero que você olhe dessa vez, enquanto digo adeus.
Dramatico, ham? Não sei como não ser dramatico.

Uma vez você me disse 'Você morreria se parasse de gostar dele?'.
Eu te pergunto o mesmo, Sr Misery. Você morreria?
Aonde você acha que o seu amor é maior que o meu? Amor é sempre amor.
Vale tudo no amor, pro senhor. Eu não sou um bom perdedor.
Mas eu não lutaria mais. Não há salvação. Não há.

Hoje foi um dia com sorrisos. Aqueles últimos que eu precisava pra dizer Adeus.
Eu não diria que seria o meu adeus. Porque eu sei que você não conseguiria sorrir.
Não seria um peso que nós dois conseguiriamos carregar. Não seria uma história contado com risos irônicos. Eu mal conseguiria dizer as palavras. Então, eu fingi que não ser o último.

Tantas palavras...
Meu Deus! Como eu posso não transmitir tudo?
Eu só sei que eu ainda espero sempre pelo teus braços me abraçando a noite.
São os seus lábios que eu gostaria de tocar. E é com você que eu gostaria de estar.
Agora. Sempre.

Ah, sim. Hoje no carro. Enquanto você estava eterno. E perfeito.
Eu...Eu pelo caminho todo e durante a nossa passado ao Ibirapuera. Eu me controlei e retirei minhas segundas intenções de meus atos. Eu retirei minha mão de todo o seu corpo, milhões de vezes, quando por impulso eu me perdia ali. Nos risos. Nos sonhos...
Eu esqueci meu coração no seu bolso, outra vez. Quando nos vermos, vou lembrar de pedi-lo de volta. Se houver próxima vez.

Como se houvesse uma corda ligada na sua coluna, transparente. Te ligando, todo o tempo, á ele.
Eu sou o outro, agora. E como me dizeram...Mesmo que as minhas palavras sejam melhor, as dele que importam agora. Como todo o resto. Você disse que não se vê terminando, agora. Eu fico feliz por você poder realmente amar alguém. De peito aberto. De coração aberto.
E estamos sempre sendo observados. Seus olhos, agora, transmitem os dele. E assim, não posso mais confiar em você. Uma vez, que ele não me faz bem. E não é de confiança.
Eu queria não ter mais alguém nessa conversa. Eu queria estar a sós com você. A sós de verdade.
Sem ele nos ouvir. Sem ele pra te roubar de mim, por momentos. Sem ele. SEM ELE.

Não acredito que duas pessoas possam ter sido mais felizes do que nós fomos.
"Agora é um daqueles momentos que poderiamos morrer agora". - Alb.
"Eu te amo, pra sempre". - Menino dos sonhos grandes demais.

the end.

sexta-feira

Imagine eu e você... (esse estava perdido já empuerado).

Estamos todos no shopping. Eu, a Caah, o Gui, a Ana, um outro menino, o Alby e minha irmã. Já no começo do sonho, minha irmã fala 'Galera, vamos embora, vamos deixar os dois. Eles vão ficar'. Nesse mesmo momentos, eu que estava sentado no chão (ah é, estavamos todos sentados NO SHOPPING METROPOLE, perto da lojas americanas sabe???) quase caí pra trás. Aí, o Alby se levantou do banquinho e caminhou até mim. Ele suspirou um 'ah é...', sem jeito. Então, eu respondi depois de pegar um pouco de ar: - Como assim? Ele olhou pra mim, com um olhar timido ao mesmo tempo completamente convidativo e disse: - Rola? - Imitando com um sutaque, como se não fosse brasileiro. ( O que me lembrou o menino alemão com quem fui viajar pro Retiro).Eu ri. Então, ele se sentou do meu lado. Mesmo assim, ainda parecia confuso. E eu também. Mas ninguém também se manifestou ou seguiu o conselho da minha irmã de se levantarem, acho que queriam ouvir toda a discussão.Então ele disse: 'Sabe préé, quando você me disse que um parte de você, não queria ficar comigo e eu pensei em tantas coisas...'. A voz dele, novamente, me encantou completamente. E eu estava em algum transe que eu não queria jamais sair. Então, ele continou dizendo coisas sobre me perder, e eu não acreditava que era tudo sobre mim, de verdade.Após essa onda de sentimentos e quase morte (minha claro. Ataque Cardiaco, bjs), eu respondi. E disse que ele não sabia como eu me esforço, dolorosamente, para não tentar algo. Como é completamnete impossivel negar um pedido dele. Como é quase suicidio pensar em ficar sem ele, e como ele me tem completamente nas mãos. E como o corpo dele me atrái e ele continua dizendo que não o agrada. E todas essas coisas que eu deveria, eternamente, manter pra mim.Ele sorriu muito, mas logo depois se distanciou. Não fisicamente. Mas seus olhos fitavam a Caah, e ele disse entao:'E como a gente fica, com tudo isso?'Eu não sabia o que dizer, mas disse a única coisa que sabia'Eu não quero me afastar'.- Eu te amo. - Ele falou. Me abraçou.

quinta-feira

Perdendo Lucidez.

Minha boca se mexe, voluntáriamente. Mas por impulso. Únicamente por impulsos. Ninguém está ditando as palavras, estou seguindo de memória. Uma memória mal contada que não traz explicações. Estou me repetindo, não é mesmo? De novo, de novo e de novo.
Nem sinto mais o gosto das palavras, elas atropelam meu pensamento, juntam-se as silabas e escapam da minha boca, com uma verozidade que nunca foi minha intenção. Assim, soam verdades incontestáveis. Mas isso foi antes...Antes das mudanças virem pro bem. Pro bem...Do novo.

Enquanto meus pés persistiam em caminhar, quando tudo o que eu desejava era um quarto escuro. No fundo do corredor, com trancas. Ficar ali, paralizado. Imóvel. O silêncio se encarregaria dos meus últimos desejos. Não prosseguir. Quero encontrar logo o fim. Aquele 'he dies', chegar bem no último capítulo e ler 'The end', saber que não haveria mais páginas...Era o último ato. Fim daquela peça... Depois, eles seriam só atores...Nada daquilo tinha sido real...Mera mentirinha... Eu queria que chegasse logo no fim, mas que aquilo parasse por ali. Fim.
Não há continuações...O fim devia ser finito. Sem chances de reconsertar. Sem continuações, outros volumes...Tinha que chegar o fim antes que as mentiras fossem reveladas...Antes que essas vozes que me sopram verdades... Sem sobreviventes. Era um caminho sem volta.
Era esse o juramento. Até o fim dos tempos. Pra sempre, eu sou seu.
Prendi a respiração. Como se várias braços saissem da minha cama e me abraçassem de um jeito tão confortante me puxando levemente pra baixo...Afogando meu choro. O frio começou a se aproximar de mim. Junto com essas vozes que me enlouqueceram sussuraram aquela antiga frase cansada.

Me desfiz, sem mais memórias. Apaguei meus trajes, meus jestos, escondi meu chapeu e meus medos. Ceguei meu olhos, tampeu meus ouvidos, mas as frases continuavam a ser despejadas...
Contra minha vontade...Mas soavam o meu vício. Mas apesar das marcas que ficaram, do tempo mal gasto e de alguns pedaços de mim que jamais retornaram... As mudanças vem pro bem.
Pro bem do agora. De mim. Do que sou hoje. Essas mudanças me fizeram bem.
Dolorosas e insuportáveis mudanças para o meu antigo ser. Tão fortes que o destruiram...Me reconstitui, no mesmo corpo, alma nova...Mas não pudi apagar as repetições...Tão ultrajes...

"Eu não posso desistir de nós. Eu não posso abrir mão dessa melhor parte de mim que me traz o maior dos sentimentos. Você pode me oferecer o que? Eu aceito. Qualquer coisa. Pegue minha mão e me leve contigo. Aonde quiser. Eu estarei lá. Te esperando."

Oh don´t you know? Always my thunder. Always my lover. Always mine.

quarta-feira

about who we used to be, and about who we are now.

Everyday when I went to sleep I lost my myself in thoughts. Wondering who We would be if we hadn´t been separeted. And it hadn´t changed the way i used to see you, and why i started loving you.
Should I be happy for this end? Some peolpe told me it was the right thing. Like, the best thing could ever happen. I know i wouldn´t have strengh to kill my undying love. But it doesn´t seem right at all...
I used to share all my soul with you. I would love to let a part of me right beside you. ´cause you would have something mine. That would make us together forever. And I wouldn´t miss you so much, if I could be, even just a part, by your side.
I loved you. And your voice became the sound of my favorite CD. You´re eyes were the places I would like to get inside. Without not time to get back. I didn´t want to go out of you...If you could be in you. Inside you. I would ever go outside. Why should I go outside if there´s nothing else to look for?

Everyday i feel i´m little lost. Thinking about everyone I already said I love you, once. I feel like 'what Am I doing here without you?' I should be dead. Or at least, be around you. I killed all this people. All this parts of me. But i´m still the same. Without past. I killed the promess and the things I desire. I killed my fantasie and my name. That´s called end. When we move on. When we killed parts of us for it don´t become lies. It was forever until it was alive.

But talking about us. Do you remember when I told you i was confusing myself? I dind´t know how I was, who you were, and who we were together. I remember to be so close to you. And sometimes I didn´t know who was speaking. Me, you, or I was speaking like you. Or you were speacking like me. I don´t know, there was a time I believed we were like twins. That´s why i started falling in love. I had found somebody just like me. Who was damn crushed in characters. The ones who went out the bar after catch your sweet broken love with another person. Living. When they should be after him.
We were in love with those people who suffer of broken loves. Who are the sweetest in every word. Who makes you want to change your self.

And I saw in you all this. I saw you something I´ve never found anywhere else. And better than this, ´cause what I found you, i didn´t find even in books or movies. You´re surreal. I can´t take this back.
I killed. I buried it. I forgot it. But it´s still there. Somewhere I left it. Is all safe, darling.
All the promesses, all the love, all the magics, all the letters, all the words, all of me, it´s safe.

But we were something. You were. I was. And we were so much similar. And We were just like that poor guys in movies that crys all night long after catching their best friend fucking their sweet sweet lover.
I decided to give up of being me. I accept to changed all of me. To be want you wanted. What you need. I decided to not be that character and be part of another story. One without so much pain and more love.
More happiness that I would ever expect of a movie. I mean, the movies we used to watch.
But I would this just for you. Just to be with you. But you said no. As I got broken, I got even more like a character at 60s. Black and White. No colors for me. No special effects. No happy end.

But you choose changed. And leave me. Without looking back. Without saying Goodbye. When i went to your house. Nobody was there. I found your clothes and your photos. I really met someone just like you. But it was empty. Dead.
You left yourself. You left the drama character. I´m glad you´re alright. And you´re leaving you romance now. You, Romeus, are really good sell out. But I don´t know you anymore. And now I´ll have to kill you. And stand the fact you decided to take another hand. To move with another person. And to start smiling for another joker. That´s hard. But I´m doing fine.

My last answer.

When I was writting at my blog, I was talking to myself. Never thought I would speak with you about it. I thought it was lost. And you were the one who chose this way. Nothing necessary to say, so. I´m really sorry for not having answers. I read your post. Then I looked foward to old words. The one brought me sure. I was safe and it would last forever.
And you said I used to know you. Honestly, i´m still sure who you are. But sometimes gets hard to find it inside you. But don´t you remember that I wanted to know you all. I would like to see you when you´re happy, you´re sad, when you´re smiling, you´re crying. I would like to know you angry, you sexy, you sweet, you asleep, you as best friend. You as a strange. You as a lover.
I wanted to know what you can and can´t do. How far would you go? How long would you take?

I may got all this. My eyes lost the colors. And it was a whole life. As I already told you, that you´re my golden star. My number ONE. I just didn´t know I wouldn´t like to get out of this dream, of this friendship, of your life, as a strange. And get out of your life is hard as hell. Is so painful.

I know I hurted you as uou did to me. And my words were so insane. But they were truly at that time. At that facts. I can´t regret. I love you. I miss you, like I´ve never missed nobody else. Now nothing can do any change. You said you miss me...And I know you do...
Not saying that I´m special but we used to be so close. And i´m always wondering what you´re doing. How you´re doing. How was your ninjutsu class...
Yestarday, I went to your home. And I´d forgot how much I missed going there...Doing gym. Be around with your parents...Hanging out with your sister. And the company of your terrible dog, Pepita. I´m not saying goodbye like if we were still talking... Sometimes I feel like I´m tearing you and him apart. Not that I am a big fan of your Romeu´s thing. But i really don´t want you guys break up while you are loving each other and it´s doing well for both.

I´m SO not done with your world as you wrote. I would never. I could live forever and still I wouldn´t get enought. I wouldn´t see, breath, live, catch, love enough.
I´m trying to keep my words for me, now. I´m answering you ´cause is totaly necessary. I´ve already closed my blog for you don´t need to get more words. I don´t want protection. I don´t want your/his sorry. I´m doing fine. Not THAT fine...But I´m working this out. I will be.
Just give me some time. Just know there will be always a empty place in me. When you want to come over and stay a litte bit.

I thought you known me. And you acted like you didn´t...I felt like I needed to let you know...
I´ve never expected to be your plan A. But now I feel like I´m not even knowning here. You know how much I love you...(If you don´t know...God! Where were you when i told i can´t say I love you, so sure as I´m saying to you. If you think you´re not sure...Look in my eyes...You know what I´m talking about. So Why pretend it´s not that truly? Not that truly, it´s just hurting. Just giving me pain...don´t you see?)

Your new boyfriend seens the center of your world. As he´s your boyfriend, you´re right.
You read me in silence, din´t get me right and staied sit with your lover, your chose.
We were both falling apart. And I felt it and wrote about it. Now I´m the guilty? No that right, yeah?

I don´t think it changed for better. But it´s still hurting. And you know...No place without you could be right for me, ever.
But you used to know this...YOU.

Totaly and Truly.

He told him 'Don´t be such a fool! We´re all alone'. The young one fell apart in tears. He wasn´t sure if it was or not true. And the fear of been true was painful. Such a shame having a heart been wasted in someone who is not a dreamer. Don´t try to change this indivudialy.
After some hard time...He moved on. Let it all behind him. Buried all the memories.

But some voice kept in his head. Coming at night all the nights. And letting him crazy. Onde day, he din´t avoid this voice. The one used to come right before he went to sleep. When it doesn´t stay all day long. And at night become a dream. It was a sweet sound. And honestly, he was just afraid of loosing this voice. This 'friend'. The only one left. He thought if he listen to this he may stop it of coming. But once, he inveted his almost lover, the one how told him about been all alone even around of a lot of people. When he wanted to come over to stay a little bit. He could come ´cause always would be a place inside him. Anytime. It´s always that empty place...Cold.

Then he remembered to watch the sky. Stars were all around the world. Shining. Flying. Falling. The lovely memorie came to his mind. When he asked to a star his lover. And the colorful and powerful star brought it. Quickly. Giving him the best night of his life. When he got inside and felt like loved...Just warm.

'Silly, wanna know why I keep my head down as I walk around?
Because you shine so bright my eyes can't stand it.' - Said the voice. So sweet and lovely.
The poor boy let his mouth fell down. He cried. Instantly. He was missing his best friend, the surreal one. You ALL know who I´m talking about. He was missing him like hell. Everyday was another day lost. Without him. And it wouldn´t get an end. Was gonna be this way, forever.
He finally smiled when he got lied to himself. Swearing he was still the same. And that piece of paper hidding in his pocket would touch both hands...Killing the distance. Taking his words and his fears away. To the hands of a safe scape. Of your lover.

Somewhere in the sky. There is a star watching both. 'Living', what rest of life for both. And this star is watching this deep movie. Conecting them. Someway.
Even they not seeing each other. A lot of stuffs are related and mixing they. Forever.

One thing this boy knew it. This surreal person, around 5.000 miles from his heart, would get him right. This broken lover could find the reasons of the words and his soul. Totaly and truly.
Then this voice went out. Maybe taking this dream with a star. Maybe letting him fell asleep.
Now alone, without a voice. A shine. An answer.

Atores.

Feche os olhos e tente se imaginar fora disso. Vamos, você tem as respostas. Não vamos voltar a nos chamar de estranhos. Não comece com o que eu custumava a dizer ou ser. Eu sei, eu desencaxei da foma que nos ligava. Mas você sabia me ler. Se você não tivesse criado esse mundo novo e virasse as costas...Você enxergaria. Nós dois nos conheciamos tão bem. E você saberia o que eu queria dizer. Sem eu precisar fazer tantos textos.

Aquele que eu (custumava) conhecer sorriria agora. Para esse drama que nós fomos submetidos. Nós que eramos os meninos que eramos fortes, não correspondidos, sonhadores, que entravam no bar e encontraria o amante com outra pessoa. Alguém insignficante...Ou um melhor amigo. Traição.
Nós que sofremos desse complexo de inferioridade. Que sabemos que estamos sempre nos diminuindo, mas não podemos evitar. Mas você saiu do personagem. Desistiu do drama. Decidiu contracenar com outro. E eu não reconheço esse outro personagem teu. Talvez, seja porque eu nunca cheguei a conhecer o ator. E me apaixonei por uma parte sua. Essa parte que tinha tantos lados. Mesmo sendo um personagem, era complexo. E eu o bibliografei.

Se diz sentir minha falta. Também sente falta de quem (custumava) ser. Quem eramos. Juntos.
Conectados um no outro, de uma forma, inexplicável. Eu sei nunca foi um namoro. Nunca houve esse compromisso. Ou essa troca igual e feroz de sentimentos. Mas havia bem mais do que amizade. Não era mera afinidade. Você sabe disso. Eu sei.

Eu permaneci com meu personagem. Sem outros figurantes. Me tornei o protagonista desse drama e honestamente comecei o monólogo. Eu quis outro texto. Outro cenário. Outra história.
Não, eu não podia me modificar como você mudou. Quebrando meu teatro, amaçando meu nariz vermelho e imitando toda a minha dor, com o rosto tingido de branco.
Você furou a quarta parede* e tocou o ator. Não importa. Você não respeito o aviso de pláteia. Você se recusou se manter sentado e assistir. Você queria mais. Você não desistiria até conseguir tocar-me. E deixar em mim, seja que papel eu receba, uma marca. Uma parte sua presa em mim.
Mentindo comigo, sempre quando acho que poderia achar outro personagem.
Existindo, insistentimente.
Enganando-me dizendo que ainda sobrou muito de mim. Quando só vejo pedaços. Mal montados. E descolados. Que já não encaixam em mais ninguém. Com peças perdidas, quebradas, mortas.


*Quarta Parede: No teatro, há um metódo chamado de Quarta Parede. Que em resumo, seria uma parede grossa que separaria o publico do ator. Ou seja, não há troca...Não há dialogo...Para o ator é como se não houvesse ninguém ali do outro lado. Como se o seu personagem fosse uma vida. Que não espera ser assistida. Muito menos aplaudida, ou não.

domingo

O menino de azul que brilha.

Me precipito. Mas é que você é tão legal. Eu não saberia como reagir, corri. Longe eu vi o quanto eu queria ter ficado ali. Mesmo que só observando. Só porque você é tão legal. E eu estou me sentindo bem em saber que você existe. Eu vi mesmo. E você me viu.
Me surpreendeu bem, com a mensagem. Eu me senti tão inteiro com isso tudo. E mantive um sorriso toda a noite.

É estranho, mas você é tão encantador. Eu não poderia deixar de dizer que sou um grande fã seu. Eu bebi o teu olhar e cuspi elogíos. Estou com medo. Todos aqui, parecem ter medo de elogios. Talvez seja a única coisa que ainda não saibam rebater. Talvez seja quando eu furo sua camada mais grossa. Mas não é por mal. Eu te juro. Nunca quis te deixar vunerável. Mas é consequência de como você mexe comigo.

E eu não sei parar de falar disso. Porque eu estou encantado. Com o teu existir.
Eu te comparei com alguém que não valia tanto. Mas ontem, eu não precisei tentar nada. Você simplesmente ocupou toda minha cabeça. E eu não achei os 99% de vazio. Eu era bem completo.

Contigo, parece que eu poderia ser. Algo.
Eu estou me precipitando e me iludindo. Como sempre.
Mas dessa vez, tem uma chance. E eu gostaria de usá-la. Porque você vale a pena.

A lua estava brilhando intensamente. Intensamente como o exagero do meus pensamentos. Tão rídiculos, mas como eu disse...É que você é tão legal. Talvez, o mais legal de todos os mais legais que eu conheço. Você fez meu dia soar harmônico. Eu sorri, então. Eu sorri sem fingir. Você me faz bem. Você não me lembrou de nada. É o novo. O que eu quero. Agora.
Não que eu vá conseguir. Não que seja algo fácil. Mas eu não vou desistir. Tão perto.

E se quiser e vier pro que der e vier comigo. Eu posso ser o seu abrigo. (8)

quinta-feira

What a shame.

Eu deveria ser grato pelo tempo que você me deu? O tempo que esteve longe, foi bem gasto. Mas hoje eu não apostaria minhas fichas que ele diria o mesmo. Talvez, ele se pergunte o que demorou tanto. O que te fez esperar tanto. Eu não sei, mas minhas pernas bambeiam e minha cabeça gira. Eu não respiro direito quando vejo os sinais. De que isso parecia verdadeiro.

Engraçado. Eu me desmontei e me refiz pra tentar ser o que você precisava. Busquei encontrar em mim só partes boas. E dividí-las contigo. Procurei esconder o meu medo. E tentei de todas as maneiras cumprir minhas palavras. Era o que você precisava. Lembra sobre amar só uma vez?
Ou você desfez minha chance. Ou eu estava certo. Existe um amor por tempo. Um amor verdadeiro. Aquele que você precisa pra agora. Uma pessoa por etapa. Uma batida por história.
Mas eu vi você se desfazer no tempo. Eu vi você falhar comigo. E de uma vez, eu me desmontei por completo. Após tanto tempo usando aquela antiga armadura impenetrável, eu estava vunerável. E parecia que eu era o único.

Tentei esconder essas composições dos meus olhos. Eles indenficaria nós dois, facílmente. Eu me encaixaria em qualquer personagem só pra dividir mais uma melódia contigo. Eu me faria qualquer coisa pra ainda ser com quem você contracena...E não ser apenas ouvinte. Apenas plateia. E se você vai se afastar, só não vá muito longe. E não por muito tempo.
Não vá longe demais que eu não possa te alcançar. Eu estou com saudades. Mas parece que você se desfez. Morreu. E deixou apenas sua beleza. Deus, como você estava lindo hoje. Gostaria de te admirar mais. Sorrir, sem receio. Mas não me permeti me perder. Não é seguro, você me ensinou isso.

Ultra Drama

Ele se pegou sonhando de novo. Com uma nova chance. Era tudo o que ele precisava. Um recomeço, a sua virada de mesa, ele a chamaria de próxima 'aventura'. Tão sonhador. Seu último amante viajava agora, para milhas distantes. E era melhor assim. A despedida havia sido dolorosa. Para os dois. Mas essa era a chance que ele tanto precisava. O menino de sonhos grandes demais para vivê-los. Queria se modificar. E ter a chance de viver outro personagem. Já que sua vida havia sendo o plágio sujo da ficção. Onde ele tentava ao máximo se encaixar, mesmo que tivesse que tomar atitudes e mudanças contra ele mesmo. Mas ele sempre conseguia ser igual aos personagens que ele podia.
Entrou na escola nova. Com os novos sonhos. E com o coração cicatrizando, lentamente. Como qualquer outro filme, ele sabia o que escola nova significava. Clássico filme norte-americano onde ele se apaixonaria, faria amigos para a vida toda e talvez chegasse a apagar aquele velho passado, porque cada personagem precisa do seu único passado. Não misturar as histórias, não misturar os amores, não misturar as falas, nem as intenções. Lição importante, dizia a si mesmo.

Os dias começaram a se acumular. E as novidades também. Paixões e amigos pra sempre, parecia um pouco distante. Era o começo, deduziu. Ainda era cedo demais, talvez. Ele também já tinha seus amigos por fora. Não tinha intenção alguma de sobrepô-los. Não havia necessidade de dividir mais segredos. Tirando a vontade de vivenciar outro filme. Outro personagem.

Era um dia de atrasos. Acordou atrasado. Tomou banho atrasado. Saiu de casa atrasado. Chegou na escola atrasado. E não havia mais lugares. Foi parar no outro lado da sala. Que parecia outro lado do mundo. Outras pessoas, outras conversas e não estava mais tão focado nos estudos assim.
Um menino curioso se aproximou de César. E o acompanhou pelas seis aulas. Conversaram sobre muitos assuntos, principalmente música. Esse menino engraçado era viciado em bandas internacionais de Rock Alternativo.
No outro dia, todo o grupo estava adotando o calouro. César sentiu que talvez as coisas começassem e se precipitou.
Desfilava pelos corredor da escola, sem se importar com qualquer opinião. Com qualquer comentário que pudesse ser feito. Pelo menos, tentava ser assim. Não que fosse confessar a alguém, mas por dentro era completamente inseguro. E suas pernas tremiam tanto que poderia cair no chão, se isso não passasse logo. Por sorte, ninguém o notava. Nada de frios na barriga.

O meio do ano trouxe os ventos que filmaram um rápido romance perdido. Que não valeria muito. Sabe como é, não? Pequenos romances, não correspondidos, não vendem. Não atraem.
Principalmente aqueles sem finais felizes. Mas não que alguém tenha se arrependido. Não que se estivessem, algo mudaria. A partir das férias, a camera ligou-se e o elenco finalmente entrou. O script talvez estivesse sendo escrito ou tudo já estivesse completamente planejado.

O menino de moicano de novo estava por perto. César deixou seus olhos brilharem. Seus surtos de encantos com o desconhecido, estava acionado. Não era amor. Não era paixão. Mas também não era fisico. Era um dos encantos. Como quando você se desmorona pela pessoa que parece ter sido feita das melhores partes dos personagens os qual você se apaixonou. Mas não era algo que aconteceria. Era óbvio, para o menino dos sonhos muito grande para vivê-los. Ele então, se deixou levar pela ansiedade. E revelou o interesse. Infelizmente, dizeram-lhe as más nóticias. Seus desejo se rompeu e foi guardado embaixo do travesseiro, como uma derrota. Mas estava guardado. Era a primeira vez que o via. E algo deixou-o hipnotizado. Mesmo que incosciente isso se gravou nele. E o menino de sonhos grandes, partiu. Levando consigo o outro. Aquele que era o tipo 'the one'.

Na escola, as coisas voltaram diferentes. Todo intervalo agora era gasto na sala do segundo andar. E o do novo grupo de amigos, só um iria ser parte do filme. Gui.
Esse que acompanhava o menino dos sonhos grandes demais para vivê-los. Os dois se uniram á uma menina encantadora do segundo colegial. Cabelos castanhos, na época, que se coloririam de acordo com os mêses. Dois pircings...Alargadores. Completamente fora dos padrões. Mas uma beleza não dita. Não explicada, apenas fácilmente notada.
Colega de sala do menino de moicano, que se chama Alberto. Um lindo nome, dizia César. Mas algo ali soava estranho. Não era só o nome, ou o corpo físico que lhe atraia. Havia um encanto...Um 'Venha conhecer o mundo comigo, eu te levo pra qualquer lugar' dentro dos seus olhos. Os mais brilhantes. Os mais profundos e expressivos que César já havia admirado. Perdeu o ar. Perdeu a cabeça. E deixou-se admirar mais tempo que gastaria com um encanto. Perdeu os limites e foi alertado, muito tarde.

- Você gosta dele. - Disse Gui. O melhor amigo, do filme. Aquele personagem que não é o principal, olhando dessa visão. Mas sem dúvida poderia ser. De outra história. Aquele personagem que esbanja carisma. Uma história curiosa, mas ainda não era hora. Sua hora chegaria. E seria o momento onde Gui seria o destaque. Como merece.

César negou e se chocou com a acusasão. Que rídiculo. O menino dos sonhos grandes de mais não amava. Não tinha namorados. Não se iludia. Não de novo. Não após do último romantico. Não depois do quebrador de promessas sem coração. Que levou lhe o ar. E terminou com as chances. O menino sem sorte no amor e no jogo. O quebrado. Como poderia amar outra pessoa...Se nem sentia que havia um coração ali batendo? O último não devolveu.

- Você estava certo. - Disse desesperado, no dia seguinte.
A ficha tinha caido. Estava apaixonado... Não era apaixonado...Era só que o menino da sala superior era incrivelmente lindo. E seu sorriso deixava o seu corpo mais leve. Os risos pareciam ficar na cabeça muito mais tempo...Assim como os seu cheiro...Ele estava definitivamente apaixonado. E era um dos encantos mais fortes que sentiu. E estar ao lado dele era algo tão reconfortante. Porque não era só como se ele fosse especial. César também se sentia, enfim, acolhido. E parecia pertencer lá. Já que Alb, num sonho e uma loucura de prepotência parecia ter sido feito pra ele. O que rapidamente escapou de sua cabeça. Não era real. Ele era bom demais.

Não sabe-se como. Mas os quatro se tornaram melhores amigos. Os do filme. 'It´s happening'.
Foi o primeiro aviso. O primeiro capítulo. Não houve problemas para se adaptar com essa ilusão. Tudo contribuia para que os quatro fossem inseparáveis. E quanto mais pertos, mais crescia esse amor. Calado.
Infelizmente, a irmã do menino de moicano alto e dono dos olhos mais brilhantes e encantadores contou-lhe o segredo proíbido. 'Ele te ama'. Três palavras.
O menino receoso manteve-se cautelozo e questionou a menina mais bonita e insegura que estudava naquela escola. Sua melhor amiga, Camila. 'Ele gosta mesmo de mim?'
"Eu não sei". Mentiu a fiel amiga. A segunda a saber sobre o amor platônico e incondicional do probre menino dos sonhos grandes demais. "Você não gosta dele? Não ficaria com ele?" Tentou a amiga. "Não...Ele é tipo um irmãozinho pra mim".
Essas palavras doeram like hell no pequeno menino. E ele preciso se recompor e tentar. Arriscar um pouco.
Usou-lhe o dom das palavras, que por sorte era seu único dom. O que dominava melhor. O que, se sentia seguro, em dizer. Em cartas. Não ao vivo. Não onde ele facilaria. Onde ele não conseguiria respirar. Ele precisava de tempo e uma caneta.
Terminou a carta com um pedido. Após a declaração e a confissão de um amor perdido. 'Depois de tudo isso, você ainda pode me dar um abraço?'

Ah o abraço...As vezes o menino do coração quebrado e terços de textos mal elaborados só desejava dizer Adeus. Para poder sentir o abraço e ouvir coisas como 'Se cuida'. 'Eu gosto de você'. 'Até amanhã'. Essa confirmação de amanhã tem mais. Era o suficiente. O menino sentia-se saciado e correspondido. Apesar da resposta ter ficado pra mais tarde, não havia mais ninguém ali. Mesmo que os chamasse de amigos. Aquilo era um pouco maior. Pelo menos para o menino iludido e apaixonado. A amizade ultrapassa os limites de qualquer definição. E não havia como se esquivar da armadilha. Aqueles olhos...Aquele sorriso...Aqueles dentes...
O primeiro estranho gosto do amor. Os dentes... A quase obssessão do garoto que adorava aqueles dentes. Daquele jeito que estavam presos naquela boca. Naquele rosto divino.

Dentro desses mêses corridos cheios de dias inimagináveis. Alb apresentou ao menino uma nova palavra. Ameixa. Que se tornou uma expressão. Outra embrulhada e guardada embaixo de um travesseiro fofo. Seco. Sem lágrimas. Não havia porque de lágrimas e mesmo que houvesse o menino de sonhos grandes demais, não chorava. Jamais. Era incrivelmente forte. Ou incrivelmente vazio. O suficiente para não conseguir se deixar solto. Livre para descansar o cansaço dessa vida. A palavra que fora escrita na carta de resposta a primeira declaração do guri. Que o matou. Com palavas doces e um verso, fixado permanentemente na sua memória 'Infelizmente, não sou capaz de retribuir todo o seu sentimento'. Repetiu em silêncio seis vezes dentro de si. Parecia o fim, mas o fim ainda estava longe. Longe demais.

Do outro lado da vida do menino de sonhos grandes. Ele tinha uma banda. Nada famosa ou revolucionária. Mas era boa. Onde ele armazenava suas forças. E tinha seus melhores amigos.
A vocalista, a estrela da banda, tão linda e talentosa se destacava de qualquer outra pessoa. Ela tinha um brilho que cegava qualquer olhar. Não havia como escapar, mesmo ela tentando esconder de todos os jeitos. Mesmo se sentindo tão insegura, esse brilha irradiava todo o ambiente. Teu sorriso produzia bem estar. Carinho, conforto. E era uma honra estar perto dela. E a guitarrista sempre foi sua melhor amiga. Desde a quinta série. A razão de ser quem era, o menino do império de sonhos devia á ela. Exclusivamente. As duas eram suas grandes torres e as únicas que sempre estiveram e ele sabia que permaneceriam ali. Para ele.
Além dessas forças, havia seus ídolos...Aqueles heróis que você desejaria ser...E por muita sorte, ele tinha eles ao seu lado. A banda DEPOIS DO FIM era uma banda ainda underground. Assim muito fácil de ser contata. E César conseguiu se tornar grande amigo das meninas da banda. Fazendo-as apoiar sua banda e ainda ajudá-lo na sua vida, com conselhos já que elas eram todas mais velhas.
Uma coisa que foi apagada e esquecida, por um tempo, que não foi arrependida foi a familia. O menino sempre deu muita importância para a mãe e a irmã...E para a sua avô, que falecera há um bom período de tempo. Mas todo o resto, fora completamente indiferente.
O que o fez se sentir errado. Como alguém pode não se importar com a familia? Esses custumes e tradições não ajudavam muito. Laços sanguinios eram tão descartáveis.

O filme seguiu do romance para o drama.
Era uma quinta feira...E chovia muito. O que aparentemente contribuia para a filmagem. O cenário era de fim dos tempos. O menino mal resolvido com a familia e a mãe estavam dentro do carro, presos numa conversa, na qual ele não queria nem ter entrado.
Os segundos começaram a se prolongar e a conversa seguiu pelo caminho errado.
"Você já se decidiu?" Disse a mulher. "Decidiu o que?" Quase guaquejou o menino.
"Se você gosta de homem ou de mulher?"

O mundo se dividiu no meio, e ele estava caindo entre os dois buracos. A chuva aumentou. Ele saiu do carro. Entrou na escola. O mundo havia desmoronado. Atravessou a catraca e queria chorar. Queria sumir. Queria desaparecer. "Cadê minha irmã?" pensou.
Ela não estava lá. Já devia ter ido pra casa. Todo esse caminho. Toda a conversa. Essa chuva.
Tudo fora em vão. A menina já estava em casa e tudo podia ter sido evitado. Agora, não mais.
Era o começo do fim de uma vida de mentiras. As coisas estavam mudando para o menino dos sonhos grandes demais que talvez tivessem que ser deixados pra trás. Sabe como é...Não sobra muito tempo pra hoje. O que é uma pena.

Retornaram pra casa. Em silêncio e lágrimas. Da mãe. O menino permanecia seco.
As coisas ficaram confusas pra pobre mulher de quarenta e cinco anos. Não era uma tarefa fácil.
Não era algo fácil para entender, não com a crianção e os pensamentos corrompidos pela sociedade da época. Mesmo assim, o menino também não era fácil. Não era compreensivel vê-lo como ele transparecia. Sem lágrimas, sem dor, sem preocupações. Mas dentro de si, o vazio ecoava e doia. Matava.

Tentou arriscar misturar as duas, três vidas. A banda, os amigos, a familia. Tudo dentro de um universo só. Sem mais três personagens, só um.
O tempo destruiu a familia. O menino não ficava mais em casa. O que era consequência do vício de ficar com o menino dos olhos brilhantes e da posição da familia sobre sua sexualidade.

Se concentrou no melhor amigo. Amor platônico. E se focou nisso para aguentar o peso da casa desmoronando. Tentou se firmar na sua paz. Já que os estudos estavam comprometidos, a casa também e o próprio julgamento.

Foi quando o resto desabou. A ida ao show gratuito na pista de skate com os amigos, resultou num futuro namorado para o menino encantado do menino do império dos sonhos destruidos.

terça-feira

Persona Non Grata.

Como um velho tocador de vinil, sempre toco aquele velha bossa nova. Que não cansa de vir em mim. Finalmente, eu sei como prosseguir. As novidades tiverão fim. E se quiser que eu te ensine como sair daqui, eu diria, é bem simples.
Agora que tudo o que foi bom foi consumido pelas memórias ruins. Onde a pessoa amada se deformou e parece nunca ter sido criada. Nem na ilusão. Só lhe resta seguir. Sem sorrir. Dê um tempo pra sua vida. Voltar a viver. Não gaste sua falsidade, com um sorriso amarelo. Não mudaria nada. Guarde-a para responder se está bem. Guarde para quando tudo piorar. Por que nós sabemos que foi só o começo. Não haverá um dia que não sentirei sua falta. E não há uma lição á aparender...Não há um objetivo. É só saudades. Não é castigo. Não vou ser recompensado no fim, não há premios. Eu não posso te ganhar. Eu não posso nem mesmo te ter, com os olhos fechados. Essa pessoa se fez pó. Que sujou minhas roupas, prendeu no meu cabelo. Tossi. Tentei expulsar de dentro de mim qualquer residúo. Tentei apagar pra poder viver sem mais saber o que perdi. Tentei me esquecer de ser feliz, pra não saber que além de sofrer tem coisas que eu não sou.
Então, confie em si mesmo. Não há mais onde se apoiar, de qualquer maneira. Finalmente, não há pra onde correr. Só há um caminho, ou se quiser retornar...É outra escolha. Mas sabemos que um dia as coisas tem de seguir...Então, pra que adiar?
Exclua teus amigos da lista. Exclua teus medos. Não há mais o que temer...Você já perdeu essa guerra. Agora você só pode juntar os pedaços. Ninguém pode causar mal maior.
Fique tranquilo, a viagem será tranquila. Lembre de se esquecer. E quando se lembrar que me esqueceu, não confunda com lembrar de mim. Mas não me engane. Porque eu já aprendi a superar crises assim. E isso não é lembrar do teu sorriso.
Cuspir na sua cara que te apaguei de mim. E que eu ainda ouvir as mesmas músicas e lembrar-me do que custumava nos fazer rir, não é permanecer encantado.
Juntei os pedacinhos de mim. Não sobrou nenhum trocado de você pra que eu pudesse vender.
Eu só sei que já me senti assim antes. A dor é a mesma. É antiga. É sempre a mesma.
Arde. Artomenta. Aumenta... Avança... Alcança a alma. Atinge. Abolina. Alb ~

Eu já estive preso aqui.
Ouça meu conselho, jovem.
A primeira vez custuma doer mais.

Escute o poeta, jovem rapaz
Não substime si próprio, meu bem
Saiba que você sempre aguentará até o fim

Esse poeta dispensável,
De palavras suportáveis,
Com dores incuráveis.

Eu guardarei esse buraco teu em mim
Assim como já tenho tantos outros,
Um só teu, que ninguém jamais poderá deixar vazio algum
Um vazio só teu. Um espaço só teu. Atoa.

Eu resisto.

Sou inteiramente capaz, hoje sou mesmo, de não mais transparecer o que eu sinto. Agora que eu sei que toda a informação vaza. E que isso chegaria aos seus ouvidos. Eu não posso pedir perdão. Mas eu me sentiria inteiramente bem. Dormindo ao seu lado. Você não vê? Não me deixa sozinho.
Por quê foi tão fácil abrir mão de mim? Por quê partes suas não morreram de saudades? Como você pode resistir? Eu não entendo...

Chega de recaídas. Fundo do poço.
Você quis assim. Eu não posso lamentar.
E isso não é se acustumar. Nãoé me contentar com tua escolha.
Não é uma obrigação permanente para sofrer. Não, isso já foi. Como você já se foi.
Como nós já nos fomos. Como tudo já se foi. E não volta mais pra onde pertenceu.

Fundo do poço.

Eu caí e tentei me equilibrar nos seus braços. Mas continuei caindo sozinho. Eu desviei os olhos, porque estava com medo. Eu não me sinto confortável aqui. Aqui onde o meu egocentrismo ecoa mais alto. E eu sempre acho que eu sou o causador de discordia. Talvez, infelizmente, eu não seja nem citado ou relevante. Mas eu me sinto o excesso daquele que já foi essencial. Ou foi o último recurso. Não que alguém esteja vendo meu lado. Não que alguém algum dia o viu. Com os meus olhos. Porque aparentemente muitas pessoas concordam com os que já não me completam.
Hoje eu sorri ao lado do outro. E eu gosto tanto dele. Mesmo sabendo que somos incompativeis. Como dizem esse espaço é muito pequeno pra nós dois. E analisando...Eu sou o perdedor. Todos sabem disso. Quando saímos juntos. Há sempre... O casal. Que todos gostam. Que todos acham bonito e eu não poderia negar que eles se gostam. Ou que isso é realmente bom. Mas além deles há aquele menino. O do L na testa. Aquele que eles provavelmente poderiam ser malvado. Que as vezes até são, silênciosamente por pensamentos. As vezes, coisas escapam. É inevitável.
Eu sei como você se sente, Mr MB.
Eu sei como é não querer se gabar, mas ter o que você quer. Bem na suas mãos. Eu entendo bem disso. Infelizmente, o meu entendendimento é completamente teórico. Porque na prática, o amor nunca ganha do meu lado. E eu me recuso a desistir dele.
O que soa estranho. Dizer isso pra outra pessoa. Amor. Agora parece morto. Eternamente.

Fundo do Poço.
Finalmente, é aqui que acaba. Eu parei de cair. Soou-me rápido. Mas esses oito meses foram os mais vívidos na minha vida. Onde eu bebi toda a minha fantasia e anesteciei o meu desejo de me tornar outro personagem. Eu cheguei longe, cruzei a fronteira. Aboli meu medo. E aprendi a amar. De novo. Eu aprendi a expressar isso. Eu consigo lágrimas de alegria...Que depois foram novas de impacto de rachaduras catástroficas no meu peito. Eu vi, em sua volta, uma luz iluminosa e te chamei de menino dos sonhos. Porque você não esqueceu-me uma noite sequer. Eu senti você deitar ao meu lado. No meu peito. Tocar meus lábios...Eu senti você me abraçar e me derreter. Me disolver e então posso estar em todos os lugares que jamais pensei estar. Eu sou todo esse quarto. O piso, as paredes, o som, os risos, as respirações, eu sou o prazer. Eu sou seu.

Fundo do poço.
Onde eu deveria me reeguer e encontrar meu caminho. Meu caminho longe de você não parece certo. Eu pensei o que aconteceria quando eu deixasse de ser o permanente. O que fica após todos os seus rápidos romances. Porque além da certaza de ser o seu protegido, eu havia feito promessas. Que eu não tinha intenção de quebrar...Se você não fosse outra pessoa agora.
Eu fui longe demais por você. Eu fui longe demais pra mater tudo isso. Você me poupou o peso de destruir tudo. Amanhã faz dois meses. Hoje eu apaguei o teu sorriso do meu.
Eu apaguei tua voz da minha. E teu nome gravado em mim. Hoje eu resisti a olhar pra trás na ida. Eu resisti não me dar a suspeita de querer resgatar o teu surrealismo. Vamos deixá-lo incolor. Dessa vez, não vamos revivê-lo em mim.
Amanhã apagarei o resto das músicas que já se fizeram suas. E quando eu tentar me lembrar de quem eu quis ser...Ou de quem você me deixou pra ser...Eu lerei meu futuro. E olharei pro que eu construí, tentando me achar. Em um lugar sem metade de mim. Que eu vou substituir. Que eu vou reconstruir. Já não me soa impossível seguir. A vontade não vai me acompanhar, espero que também fique aqui essa saudade. E se a dor tentar me encontrar, eu farei um novo abrigo. Mas nunca mais farei de ti o meu abrigo. Porque eu fiquei preso e sozinho. Dentro de teus braços que queimavam...Incendiando minhas palavras...Aquelas bobas que usei pra me proteger, sem ferir. Aquelas que você me disse que eram de vítimas...Que eram propositais.
Minha consciência e minha imagem estão limpas e me sinto abençoado por isso. Eu já cheguei no mais longe. Eu já levei o maior murro na cara. Nada mais me derruba. Agora, que me fiz de pé. E decidi que talvez seja tarde demais.
Que talvez, nunca pensei que diria. Mas sou eu. Que direi adeus.
Soando cliclê ou não. Eu tentei. E foi você, não eu. Eu tentei. Mas talvez não era pra ser.

Talvez não tenha importado o que senti. Essa imensidão de mundo sobre mim. Esse teu brilho me atingiu em cheio. Minhas pernas ainda balaçam e a tontura vem e vai. Não são mais sintomas de coisas que deveriam ser. Não são sintomas de quem está disposto a dizer. Só queria um abraço e ter certeza que alguém sabe que eu não sou tão louco assim. Eu só não queria voltar a solidão. Eu não queria perder mais ninguém. Já perdi muitas partes de mim para me dar ao luxo de perder o que nunca foi meu. Eu só não queria sentir esse mal que ponho em vocês.
Eu só precisava de provas que eu estava certo. Porque eu sei. Eu sinto. Mesmo.
Não estou mais me escondendo. Não estou fazendo-me por pena. Eu sempre senti que chorar era ser fraco. Querer causar impacto. Que eu queria que me ouvissem. Que me dessem atenção.
Hoje, não. Só não consigo conviver só, com minha consciência limpa. Eu estou certo. Mas e se todos estiverem errados...Estar certo é ser o diferente. E não é bem agradável, eu diria.
Eu só não penso mais em fantasiar e sonhar com algo assim...A realidade é diferente do que eu esperava. Eu estou seguindo pelo meu caminho de provações. Provações essas que testam minha resistência e meus valores. Que eu não derrubaria tão fácil por você. Como eu acho que você jamais derrubaria por mim.

Agora, eu declaro que não mereço mais viver no mesmo mundo que o surreal.
Infelizmente, este mesmo sumiu. Talvez, se ele voltar. Eu me torne culpado.
Enquanto isso, você não me deu opções. Você colocou um ponto final...Em algo que eu nunca pensei que teria qualquer definição. Nunca pensei que palavras poderia dizer algo sobre nós.
Honestamente, eu fraquejei caso exista partes de nós dentro de você, em algum lugar. Me perdoe Mr Surreal. Mr One. Mr Lover.

Eu já me mudei tantas vezes. Pra me encaixar em você. Pra me desgrudar de você.
Eu já não sei quem sou. Mas farei dessa pessoa o que eu quero ser. E o que eu quero ser não pode existir enquanto eu não cansar de te querer. E estou me cansando.
Pelo menos de querer alguém que não parece valer a pena. No fim, saberemos se eles foram feliz pra sempre. Pra sempre.

Eu suponho que não.

segunda-feira

Conselhos.

Certa vez, estava eu sentado. Em uma poltrona muito convidativa, com meus olhos abertos esperando uma luz chegar até mim. Não estava nervoso, nem ansioso. Estar ali é um dos melhores tempos que útimamente eu tenho vivido.
Então, meu psicologo gargalhou. E disse-me.
- Querido, você tem um sério problema que devemos tratar. - Minhas mãos tremeram, meu coração acelerou e comecei a suar frio. - Você não sabe amar. Não sabe se amar.
- Uffa! - Pensei em silêncio. Quero dizer... Uffa? Eu gosto muito de mim mesmo. Eu sou feliz assim. Infelizmente, não sou anoréxico - o que muitos acham estúpidez ou mero descaso com a doença, mas é uma doença muito curiosa. O que me atraí muito - Não sou vesgo, intupido de espinhas, porco. Principalmente, o meu gênio. Apesar que valores...Eu os joguei todos fora, ultimamente.
Ok! Eu não sou tão bonito assim, se alguém me acha bonito. Eu não sou musculoso, nem mesmo um pouquinho. Não sou baixinho, pelo menos. Mas também nunca jogaria bascket. Em lugar nenhum.
- Me diz...Qual o seu medo? Você tem medo de sexo? - Disse o homem.
- Não! Quero dizer...Eu não considero isso. Não um medo. Mas uma preocupaçãozinha? - Ri ao perceber que eu tinha mesmo medo - Eu sei que eu vou fazer algo que vai afastar as pessoas. Eu sei que eu vou errar e isso vai ser lembrado. Eu não sou bom em relacionamentos.
- Você nem tenta. - Corrigiu-me. - Já pensou em se valorizar um pouco mais? - Deu-me um tempo para pensar. O que faz muito. Principalmente quando ele espera reações minhas que eu nunca tomo. Talvez, deveria. Mas falar demais sempre foi meu problema sério. Antes do sexo. - E se você fica com um menino, mas você que não gosta dele. Já pensou? Isso pode acontecer. Por que não?
Por que não?
Por que? - Pensei muito sobre isso. No caminho de volta pra casa. Honestamente, eu estou mudado. Permanentemente? Só alguns restos meus. Que eu não jogaria fora, jamais.
Estranho...Sempre pensei que psicologos fossem para loucos... Será? Que eu estou ficando...Louco?
Ou talvez seja só essa falsa imagem que nos passaram. Eu me sinto bem conversando com alguém que não me julga e me mostra carinho. Que me acolheu e disse que foi uma tarefa fácil.
Talvez meu psicologo precise de outro psicologo. Eu não sei.

Estranho também é a quantidade de 'últimamente' que repeti. Sem outro sinônimo. Propositalmente. Eu me vi diferente. De um jeito que eu gosto. Mas não pra mim. Por que não?
Eu não sei direito...O que é minha opinião, o que é opinião da maioria ou é só você me confundindo só por existir. Talvez, eu esteja me mudando só pra te rebobinar. Só assim poderia guardar...Só assim poderia um dia assistí-lo, lembrá-lo, revivê-lo sem a dor. Que me causou sem querer. Por não querer. Tentou me previnir. Mas por querer. Querer você. Sem querer me vi abandonado.

Eu ultrapassei os limetes. Quebrei minhas palavras e meus princípios.
Não restou muito de mim. O que te deu espaço pra se apoderar desse 99% de vazio e silêncio.

Obrigado pelos conselhos, Mr V.
Eu não fraquejarei de novo,

para aquele que entenderia se tivesse a chance.

domingo

It´s called a break up ´cause it´s broken

Um simples 'he dies' hoje bastaria. Eu ainda não aprendi a ser indiferente á tudo. Mesmo sabendo que ISSO iria te destruir. Tão rápidamente. Tão facílmente. Mas acho que não me importar com você, não me importar como você vai seguir é mais importante. O que obviamente eu não consigo.
Mas eu tento. Eu me esforço pra não cair. Mas dizer 'he dies'. É mais simples e diria tudo. Talvez, poucos entendessem quais foram meus últimos pensamentos. O que eu queria dizer. Poucos vissem que eu não queria dizer nada. Que eu não pensei em nada. Que foi isso. O Bruto. O fim.

Talvez seja como todo fim deve ser. Talvez seja essa a questão. É um fim.
Não, não vou me recuperar. Não, não existe um depois do fim. É o fim.

Me julgava esperto. Me enganei, feio. Eu nunca passei por nenhum desses estágios.
Nada foi tão doloroso. Eu me julguei forte, eu menti pra mim mesmo.
Eu me julguei especial e feliz. Oh meu Deus. Quantos erros.

Acho que bastaria dizer ADEUS.
Mas você ainda me prende até o fim dos tempos. Eu cometi alguns erros. Comigo mesmo e com você. Eu não me arrependo porque eu prefiro acreditar que aquele nosso tempo, onde eu fantasiei minha felicidade e falsifiquei nosso romance, foi real apesar de ter terminado. Mas eu poderia ter me preparado pro destino final. Meu calendário não contava que houvesse um depois do fim. Porque juramos pra sempre. O pra sempre não tem fim. E se acabasse...Bem, eu não esperava ter que enfretar o resto. Eu mal me lembrei do resto. Eu mal quis saber o que eu tinha nas mãos além de você. Quantos erros. Como eu posso me perdoar com meus amigos? Como posso me perdoar com meus pais? Honestamente, eu abri a janela trancada. E você deixou o vazio, o silêncio e o frio entrarem. Obrigado pela realidade. Obrigado pela honestidade.

Mas como eu já tenho dito...Eu não sou mais seu.
Isso morreu junto com as suas promessas, junto com o nosso pra sempre. Não que eu, um dia, serei de um outro alguém. Acho que você fez um estrago permanente, Sr.
Acho que você me tornou inútil e completamente desnecessário pra qualquer outro alguém.
Eu sou, agora, inválido. Impedido de repartir. Incapaz de retribuir. Realmente, impossibilitado.
Mas eu mudei também. Eu desincaixei da forma que nos ligaria como duas peças feitas exclusivamente para se encontrarem. Eu mudei. Involuntáriamente.

Eu entregaria meu coração pra alguém que pudesse curá-lo.
Se eu ainda o tivesse. Se eu já não tivesse colocado numa caixinha junto de uma carta aberta.

Junto dessa lama toda. Desse residúo. Eu me desfaço. Eu me desarmo. Eu me substimo.
Infelizmente, ainda consigo sobreviver. Respirar. Eu encontrei um novo começo. Mesmo que eu tente me atirar no abismo. Eu continuo prosseguindo. Como se o vento me arrancasse pra frente, me impedindo desse passado. Me impedindo de permanecer caído.
Um simples 'Eu fraquejei' significa a minha sobrevivência. Eu deveria ter morrido por você.
E bem...Eu morri. Todas as vezes. Mas eu não posso mais usar 'eu' quando falo com você. Porque esse alguém...Não serei eu...Não muito mais.

Me disseram.

Não lembro quem, nem onde eu estava, onde eu tinha deixado minha armadura, ou o que eu queria dizer, ou exatamente do que eu estava tentando me esconder. Mas me disseram. Assim... Rápido e dolorosamente. 'Equilibrio.' Eu queria que você tivesse fugido disso. Como tivesse lutado contra todo o resto mundo. Como eu desejei que você fosse mais do que homem para encarar isso tudo. Como eu quis te ver e meus olhos brilhassem de admiração como antes. Antes desse equilibrio. Esse despago necessário. Sim, eu sei. Todos nós iremos nos desfazer na neblina. Todos vamos, um dia, nos desfazer. E deixar pra outras pessoas ocuparem nosso lugar. Suprir a nossa falta. Ou pelo menos, deixar pra outra pessoa...A continuidade.

Por quê você não está lutando?
Por quê você não está lutando contra tudo isso?
Qual o seu medo? Você está com medo?

Eu não quero ser prepotente e acreditar que você não se aproxima por medo. Porque pode me perder. Sendo que aparentemente tudo lhe soa indiferença. Meus gritos te trazem indiferença e meu coração é devolvido. Sem resposta. Sem ressentimentos, você diz. Eu digo que sim.
Sem corações partidos. Sem promessas quebradas. Sem mais ilusões.

Eu gostava de ver as coisas coloridas.
Eu gostava de ter algo em que pensar.
Você tirou meu chão, meu ar e minhas forças

O problema agora é evitar reencontrar o sentido naquelas músicas tristes. Que falam sobre um amor quebrado. Quando nós nem tivemos isso.
O problema está em evitar não pensar em quantas músicas vocês dois não combinaram e não serão a trilha sonora do vosso romance.
Doce Romane. Doce Romeus. Doce.

sábado

Aviso de Alerta!

Evacue todo o prédio. Use todas as escadas, os elevadores, todos os meios. Eu quero você fora de mim. Eu quero todas as coisas fora de mim. Evacue todas as cores. Todo o brilho. Eu quero menos constraste aqui. Vamos reiniciar todo o processo? Vamos configurar de outra maneira.
As partes quebradas tem de serem jogadas foras...Não são mais úteis. Não vou lamentar por o que não posso arrumar.
Eu mandei ordens explicitas. Mas todo o sistema parece ter sido comprometidos. Agentes estão lutando contra mim. E honestamente, eu não sei mais em quem confiar. Que parte de mim está sendo sincera. Eu não sei pra que lado seguir. Eu estou enxergando a verdade? Ou a realidade está me iludindo? Eu gostaria de ignorar essas vozes e me focar em mim. Mas eu não consigo calá-las porque elas dizem o que eu tentei ignorar. Elas estão dizendo a minha dor. E eu que nunca quis falar, decidi não me importar mais.
Eu que me esforcei por muito tempo. Um tempo que você esqueceu. Porque as coisas boas nunca são apreciadas e as ruins destroem o que você nem viu. Eu temia que algumas coisas passassem em branco por você. Eu era o observador. Você era observado e só. Não havia deveres. Era só ser você. Era só respirar e caminhar.

Agora, no fim.
Eu lhe envio um relátorio sobre minha bibliográfia.
Eu te digo a minha conclusão avançada.
Eu já digo, que tenho ótimas nóticias pra você.
Pra você e não pra mim.

sexta-feira

E o tempo?

Eu venho refletindo... Esses filmes que eu tanto me escondo atrás... Eles sempre vem com um rotúlo. Romance, Policial, Ficção, Drama, Comédia. E eu sei que as vezes eu copio a ficção. Eu sei, devia ser ao contrário, mas eu não posso negar. Eu assisti antes de viver. E isso não é normal, mas eu não posso voltar no tempo. Mas eu acordei pensativo. Porque nenhum de nós pode viver inteiramente preso em uma só seção. Mas como as pessoas podem ser tão diferentes e algumas deixar o amor sobressair de todas as outras coisas. Desequilibrar todos os sentimentos e os caminhos. E só seguir o amor. Onde ele levar. Largar tudo e todos. Largar todas as responsabilidades, viver apenas disso. Deixar seu oxigênio ser secundário ao amor. Como?
Enquanto eu vejo pessoas esquecendo do humanismo. E vivendo a favor do dinheiro. Ganância destroindo seus principios. Se um dia eles existirão ali. Mas o que eu espero não acontecer comigo. É viver apenas no drama. Talvez, seria melhor até viver num policial do que num drama eterno. Onde sempre que você se apaixona, e a pessoa faz você estar em dois lugares ao mesmo tempo, ou cria um mundo mágico longe de todas as pessoas da escola, um reino encantado onde você entra através de uma corda mágica, ou descobrem que você só estava escrevendo uma matéria de como perder um homem em dez dias. Não é possivel viver perdendo pessoas. Como se minha idade pulasse dos treze e fosse pros trinta anos.

Eu só percebo, mais em enterros, como as pessoas resumem a minha. Em enterros, porque é lá onde as coisas acabam. Lógico que só para aqueles que ficam. Porque o morto, em questão, já teve seu fim á muito tempo. E um enterro é completamente indiferente para ele. Só serve para aqueles que ficam poderem matar uma parte deles. Poder abandonar quem eles eram para construir um novo deles.
Mas sim. É nos enterros onde são lembrado as boas ações. Onde todos parecem esquecer os defeitos e as brigas. Onde é criado um respeito maior só pelo estado do ex-amigo, ex-namorado, ex-marido, ex-esposa, ex-papai, ex-mamãe, ex-vivo.
Mas e o tempo? É tudo o que eu penso. E o tempo? Depois que as coisas passam as pessoas se esquecem. De como o tempo custou a passar. É incrível como falar 'demorei mêses' soa tão fácil. Como desinvolvemos essa tecnica de ignorar tanta dor? Eu sei...Ninguém se lembra da dor com pressição. Mas e todo esse tempo disperdiçado? E todas essas noites que eu passei. Foram em vão. É só esquecer? Ou não esquecer é o que chamamos de orgulho?

Eu vejo que minhas palavras são as nossas dúvidas.
Eu lembro de conversarmos tanto sobre o certo e o errado.
Mas agora não há mais palavras. Só o silêncio.
E você nem saberá muito sobre o meu tempo. Eu só tenho um blog fechado. Pra você.

Eu fraquejei.

Eu sabia que eu era o desapontador. Eu iria falhar e você me acharia patético. Essas coisas eram obvías porque não importava quanto eu tentasse. Te impressinar seria impossível. Eu tinha essa certeza e o medo de quando isso aconteceria. Eu sabia que você diria que eu não vali a pena. E que agora você tinha um motívo para não estarmos juntos.
Falar agora. Falar demais. Reagir. Tentar esquecer. São muitos motívos. Desistir de nós, 'tão fácil'. Como você pensou. Bem... Você pode olhar o seu lado. E honestamente, viver nele por toda sua vida, sem perceber que nem tudo o que você não vê, não existe. Droga, você devia saber mais do que tudo, que eu nunca ficaria bem sem você. Mas você me lê, você me escuta e parece não entender isso. Que não são só palavras. Que não são apenas tentativas de conquistar.

Eu fraquejei.
Eu decidi desistir. E não tentei mais lutar. Era o meu limite. E eu peguei de volta todas as minhas promessas. Eu não queria tentar te atacar pra compensar a dor de não te ter. Eu não queria me afastar pra não sofrer. Eu nunca quis quebrar a amizade. Pelo meu amor platônico.

Eu queria te bibliografar e gravar em mim. Teu nome, rosto, voz, olhos, ar, seus braços, seu coração. Eu queria te conhecer de todos os modos possíveis. Ter visões suas como um estranho, um amigo, um amor, um desejo, um irmão, um inimigo. Eu queria brigar para saber como você agiria. Eu queria te entregar meu coração e ter certeza que não voltaria quebrado. Quero dizer, que ele NÃO voltaria. Eu queria te conhecer por inteiro. E eu me esforcei pra isso.
E vamos mesmo ter que encerrar isso assim? Eu não gostaria de partir te vendo como um humano surreal. Um humano comum que brilha. Eu não queria ter de dizer Adeus sem te ver sorrir. Uma última imagem? Uma última frase? Um último abraço?

Mesmo que você falhasse. Eu disse que eu continuaria. A promessa era minha. O pra sempre foi minha boca quem proferiu. Eu tinha dividas. Não você.
Mas eu que já abri mão dos meus principios, dos meus amigos, da minha vida por você. Agora precisava me matar, me mudar, e quebrar meu encanto. Minha ilusão e meus olhos.
Eu que agora vejo, me iludi completamente sozinho. Você não colaborou. Porque nem se importou, nem bem eu seria capaz de fazer... Eu entendi.

Eu não vou mais te culpar.
Porque eu também não fiz questão de me mostrar.
Eu deveria ter achado um meio. Porque eu fui alertado.

Eu te amo♥
Mesmo que o tempo te apague.
O tempo me cure.
Mesmo que eu queime minhas palavras.
Que eu finja não sentir.
Você devia saber mais coisas...
Entre elas...Você brilha. Você encanta. Você é e sempre será surreal.
Para uma parte de mim. Uma que eu não mataria. Uma que eu guardarei eternamente.

I had changed.

I waited for hear you saying: 'No! He wouldn´t do this' or 'No way! I KNOW HIM, i´m sure that´s not him'. I waited for you defend me. Not be the first one blaming me. Pushing me away.
I´m wondering if I am regret or not. ´cause if I was you. I would wait. I would go find you. I wouldn´t stop for nothing. I wouldn´t understand how it could happen. I wouldn´t let you fall. Neither let you go. Not away from me. No way.
But now I know things. Finally, I´m seeing something I´ve already seen. Something that I know about it. After eight months of unknowing feelings. Of ununderstandle thoughts. I didn´t know what was going to happen. I just knew it. My ♥ was yours. Totally and only yours.

You´re dying about it too. You told me this. I´m sure you weren´t lying but We know is so different of what I felt. I´m deadly serius. You should know things. And nothing else matter now that I know that you don´t.
I´m not trying to be vitim. But I feel like I´ve been hurted. And i don´t think you have noticed how I´m feeling. Or even if you get sad about it you dind´t try save me. But you feel bad about my words. You plaied with my words. My feelings. My crying. Second time.

I was falling for get over you. It didn´t sound right. At least, i was confused. How could I get over you and become a friend? A really close friend? When I dont know...I may just like you as a boyfriend. I may just want you as a boyfriend. I´m not sure. I´m not sure at all...
My head is driving me crazy. You falled. You SHOULDN´T falled. ´cause you were perfect. You were surreal. And you don´t even care about it.

I´m feeling sorry. I´m feeling really bad.
I´m going to rest. All day. All week. All year.
Let my heart rest away. And not let him been wasted on you.